Conto por Raymundo Silveira
6 de agosto de 2004
O Cliente exigia comer o mesmo prato que comeu “naquele dia” e…
Conto por Tânia Toffoli
26 de julho de 2004
As últimas palavras de um moribundo nem sempre são o que se espera!
Conto por Tiago Russel
21 de julho de 2004
O papel aceita tudo. Pena que é só o papel.
Conto por Tiago Russel
13 de julho de 2004
Viva a insanidade. E tudo mais que ela representa.
Conto por Raymundo Silveira
10 de julho de 2004
Ele queria ser escritor, mas não era um dos escolhidos por Deus. Meteu-se, então, a destruir a obra alheia e se deu mal.
Conto por Alexandre Piccolo
6 de julho de 2004
Terno, além de adjetivo, pode ser um traje masculino, composto de paletó, calças e, ocasionalmente…
Conto por Bruno Santos
2 de julho de 2004
Pequenos ou grandes sofrimentos cotidianos são velhos conhecidos deste profissional.
Conto por Claudia Lins
“Sonha-se com o Richard Guere e o homem ideal não passa de um simples Ricardo”,
Conto por Mário Neto
1 de julho de 2004
Tudo pode acontecer no dia em que o casal decide ficar junto.
Conto por Raymundo Silveira
27 de junho de 2004
Ensinaram-lhe a ler e a escrever; ministraram-lhe rudimentos de geografia, história, aritmética, língua portuguesa e incentivaram nele o hábito da leitura. Essas sementes foram como o grão de mostarda da parábola que caiu num terreno mais do que propício.
Conto por Raymundo Silveira
21 de junho de 2004
Faz quarenta anos que matei um homem. Nunca ninguém descobriu, porém não suporto mais este peso terrível que carrego na consciência. Entretanto, ninguém pense que foi apenas o remorso que me levou a decidir contar tudo; foi também a certeza de que sairia impune porque ninguém poderia mais me processar, pois o crime há muito tempo já prescreveu.
Conto por Claudia Lins
18 de junho de 2004
Imaginou-se com a secretária por repetidas vezes no calor daquela ilha, num ritual de sexo nada previsível ou ameno…
Conto por Claudia Lins
5 de junho de 2004
A visão da bunda nua refletida no espelho de teto encerrava o mistério sobre onde estava.
Conto por Claudia Lins
29 de maio de 2004
A gota d´água era palitar os dentes sempre após as refeições. Religiosamente. Por mais que o recomendasse uma leitura básica nos manuais da Danuza.
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