Poema por Marco Feitosa
9 de janeiro de 2006
É uma dor, mas não chega a doer.
A doce amargura de um vazio.
A derrota que finalmente premia uma alma cansada.
Um gosto de sangue corre pelos lábios que sorriem.
Suturas… gaze, mercúrio. Cloridrato de Fluoxetina!
Qual é a causa? Qual é o efeito?
O sangue ou o sorriso?
É um vírus que corrói a alma.
A fisiologia espiritual corrompe o espírito fisiológico.
Calafrios calados correndo o corpo,
calados frios me rompem todo,
morrendo vivo a canção que cala.
Campinas, 22 e 26 de janeiro de 2004.
Titulo: PROZAC
Autor: Marco Feitosa
Gênero: Poema
Data de publicação: 9 de janeiro de 2006
Resumo: Descrição
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blah!