Quitanda do Leo 03/07/2004

Poema por Leonardo Augusto
2 de julho de 2004

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Ervas Finas

Umpf, cof cof… bom dia… eh… ãh… vamo comprá aí rapazeada, que é coisa boa! Hoje a quitanda oferece um produto de seu próprio cultivo e lavra. Mas se alguém perguntar onde você conseguiu, foi com um moleque com a camisa do Flamengo num ponto de ônibus, beleza?

Ervas Finas: envelhecidas oito anos

Dois pra um!

Natureza

Baseado

Nos muitos fatos da vida

Concluo

Baseado

Na pouca vida dos fatos

Reafirmo

E, sendo assim,

Quando esta natureza

Me aperta bem

Se depender de mim

Pode ter certeza

Eu aperto ela também

P.S. Eu já disse que poema não tem post scriptum.

P.S.2 Esqueci o que ia dizer

P.S.3 Ah, desculpa ter omitido semana passada que o Peter Gabriel tocava também flauta, e que o Brian Eno (que não é o inventor do Sal de Eno) está nos créditos do Lamb Lies Down, responsável pela “Enossificação”

P.S.4 Este quitandeiro não se incomoda com o opróbrio público, e também não sabia o significado da palavra.


Titulo: Quitanda do Leo 03/07/2004

Autor: Leonardo Augusto

Gênero: Poema

Data de publicação: 2 de julho de 2004

Resumo:

Só… Pode Crer…

3 Comentários

  1. Alexandre Piccolo disse:

    Texto, ainda que baseado nos muitos fatos sem vida da vida, menos trabalhado e informativo do que as versões anteriores de sua barraca, Leo. Mas, como a variedade na quantidade pode trazer qualidade, um dia deparar-se-á com uma pérola em meio as ervas e outras especiarias…

  2. Paloso disse:

    q pala, hein?! finex logo de manhã?!

  3. Dona Gertrudes disse:

    é uma pouca vergonha isso! essa juventude não toma jeito!

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