Traço de (des)aventura

Poema por Paulo Henrique
11 de fevereiro de 2004

O coração é gelado. Bate oco dentro do peito.

A mente é aguda e,

A saída do defeito, o homem não encontra.

Mais uma vez, temos apenas a nudez.

É verdade que por rápido tempo,

a Grandeza se fez, e embora maior esteja,

Pequeno ainda é.

Novamente a esperança,

Na Verdade que Liberta de

Algo arraigado, em sua natureza,

Que o faz voltar ao mesmo defeito.

Mas é certo: existe algo lá fora,

E já se mostra aqui dentro,

Quente queima e aquece (experiência única, viu?),

Aumenta a dor ? e o temor.

Acima desta dádiva,

Há o Mistério, que, calado e presente,

Tem o Livro na mãos e,

Nele está escrito, que prevalecerá

.

.

.

O Amor.


Titulo: Traço de (des)aventura

Autor: Paulo Henrique

Gênero: Poema

Data de publicação: 11 de fevereiro de 2004

Resumo:

Por mais que queira, ninguém consegue acrescentar um côvado à sua estatura.

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Quem é Paulo Henrique?

Cristão, mineiro, 25 anos e jornalista.

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