Um Soneto Incerto

Poema por Marco Feitosa
10 de janeiro de 2004

Um soneto incerto

Tristes tardes de um outono turvo

Lembranças lembradas de um passado distante

Um peito dormente faz som em urro

Um hoje de mágoas… futuro errante.

Voltar ao ontem, faz triste a sina.

Viver o agora, agonia incerta.

Caminhar à frente… Deus determina

Confiança nele? O que mais resta?

Poetas viventes em vivas dores,

Levantai-vos em nome da viva paixão!

Qual raio de sol que beija as flores

Ardente acalanto, ardor… coração.

O Astro ilumina todos amores,

Tristeza no peito, saudades… ilusão.

Campinas, 26 de setembro de 2002.


Titulo: Um Soneto Incerto

Autor: Marco Feitosa

Gênero: Poema

Data de publicação: 10 de janeiro de 2004

Resumo:

Um soneto ultra-romântico, onde a dor do amor é vista sob o prisma da saudade. O amor e a saudade como ilusões que se entrelaçam.

1 Comentário

  1. Karen disse:

    Quem é Kaiafa?

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Quem é Marco Feitosa?

Poeta, boêmio, músico e, às vezes, jurista.

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